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Ponte Salvador–Itaparica: 16 anos de promessas e nenhuma obra entregue

  • Foto do escritor: Redação FalaAiBahia
    Redação FalaAiBahia
  • 7 de jan.
  • 2 min de leitura

A ponte Salvador–Itaparica voltou ao centro do debate público após nova declaração do governador Jerônimo Rodrigues afirmando que a obra está “em fase de mobilização”. A resposta reacendeu críticas, ironias e desconfiança da população diante de um projeto anunciado há mais de uma década e que nunca saiu do papel.


Relembrar a linha do tempo do projeto:


  • Anunciado pela primeira vez em 2009, no governo Jaques Wagner

  • Reafirmado durante as gestões de Rui Costa

  • Mantido como promessa na gestão atual de Jerônimo Rodrigues



Apesar das reiteradas falas oficiais, nenhuma etapa visível da obra foi concluída.


Durante entrevista à Rádio Baiana FM, ao ser questionado se algo já havia começado no local da ponte, o governador respondeu que o projeto está “em fase de mobilização”.

A declaração foi recebida com surpresa por ouvintes e internautas, que esperavam informações concretas sobre prazos, etapas executadas ou investimentos já realizados.


A ponte Salvador–Itaparica é apresentada como um dos maiores projetos de infraestrutura da Bahia, com previsão de:


  • 12,4 km de extensão

  • Impacto direto na mobilidade, logística e economia do estado

  • Investimento bilionário, anunciado ao longo dos anos



Mesmo com esse porte, a obra não apresenta sinais físicos de execução.


Especialistas e críticos apontam que a repetição do termo “mobilização” se tornou um discurso padrão para justificar a ausência de avanços reais.

Sem cronograma público, sem imagens de canteiro e sem marcos técnicos, o projeto permanece no campo da promessa política.


Nas redes sociais, a declaração foi interpretada como mais um capítulo da “novela” da ponte. Comentários irônicos, cobranças por transparência e comparações com outras obras paradas reforçam o desgaste do discurso oficial.



A matéria pode levantar questionamentos objetivos:


  • Qual o cronograma real da obra?

  • O contrato com o consórcio segue ativo?

  • Há recursos garantidos no orçamento atual?

  • Quando a população verá algo além de anúncios?



Após 16 anos, a ponte Salvador–Itaparica segue como símbolo de um modelo de gestão baseado em anúncios recorrentes e entregas adiadas. Enquanto o discurso atravessa governos, a obra continua fora do papel e

distante da realidade dos baianos.

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